Overwolf
a
jornada
Capitulo 2 – O Caminho da pestilência
A caminhada estava cansativa tanto
para Sebasthian quanto para Anali, A caminhada até a saída da terra élfica era
cansativa, e cheia monstros famintos que tentavam lhes devorar a cada 2 metros,
Finalmente estavam no fim da terra élfica, Decidiram fazer uma breve parada,
para recuperar o fôlego, e fazer alguns curativos nos arranhões, enquanto
passava faixas no braço, Sebasthian pegou no braço de Anali, balbuciaram
algumas palavras e derepente uma luz levemente dourada emanou da mão de
Sebasthian, ao retirar a mão, as feridas de Anali estavam curadas, A jovem
ladina ficou impressionada, Sebasthian contara que era um paladino, e era
perito em cura. Estavam prontos para
partir quando viram que o dia raiava, Anali contará que era mais eficiente a
noite, e estava cansada, Sebasthian concordou, os dois ergueram um modesto
acampamento no centro de uma clareira da terra fantasma e lá dormiram. Algumas
horas depois, Sebasthian foi acordado com uma algazarra de pés, armaduras e
escudos balançando, se escondeu entre as moitas e observou, era seu pai com uma
comitiva, Bravo, gritando ordens, e perguntando como os guardas não encontravam
seu filho desaparecido. Sebasthian se sentirá culpado, seu pai já andava com a
cabeça cheia, pelas tensões diplomáticas da horda, e ele agora tinha mais uma
preocupação. Sebasthian pensou em aparecer e explicar tudo ao seu pai, mas
hesitou, pensara que seu pai não concordaria com sua partida para caçar
aventuras, e o levariam as amarras para lua prata novamente. Abaixou-se mais um
pouco e observou seu pai e os guardas montarem Falcodragos e voltarem para a
floresta do canto eterno. Anali estava
parada atrás dele, Sebasthian levará um breve susto, mas ao se recompor falou
para Anali como se sentirá culpado por tudo isso. Anali o confortou dizendo que
seu pai deveria saber que como um elfo sangrento, você ansiava por aventuras e
desbravar este mundo. Ela dissera que seu pai ficaria o procurando por um
tempo, mas logo o Pararia. Sebasthian teve sua mente inundada pelo pensamento
que seu pai pudera culpar a aliança pelo seu sumiço e dar inicio a uma guerra
por conta disso. Anali abraçou Sebasthian e disse que tudo ficaria bem, os dois
então arrumaram suas mochilas, Anali vestiu sua armadura e pegou suas adagas, e
observou secretamente Sebasthian vestir sua armadura e pegar seu escudo e
martelo de paladino. Os dois caminharam até uma estrutura, onde havia um
portal, Os dois passaram por ele, ao chegar do outro lado, se assustaram
Trevas, pestilência, morte e devastação tomavam conta da terra. Caminharam um
pouco e deu de cara um guarda, alto, forte, Vestindo uma armadura cinza, com um
tabardo branco. O guarda avistou os dois elfos e falou a eles porque estavam
ali, o lugar estava devastado, era perigoso, estava infestado de Aberrações e
monstros do flagelo. O Guarda bradou que os dois deveriam voltar pelo portal,
eles não durariam ali, os dois elfos se negaram e seguiram caminho. O velho
guarda os levou até certo ponto, onde ele categorizava como ‘’mais seguro’’. Os
dois elfos, ainda tiveram problemas, Morcegos gigantes os atacaram e aranhas os
perseguiram, no meio do caminho um morcego cravou suas unhas em Anali, que caiu
no chão ferida, Sebasthian foi tomado por uma onda de raiva, empunhou seu
martelo e partiu para cima do morcego, Foi uma luta rápida, 5 ou 6 golpes deram
um fim ao monstro. Sebasthian saiu um pouco aranhado, Correu até Anali e a
pegou em seus braços, a jovem elfa estava desmaiada, Sebasthian tentou cura-la,
mas não adiantava, lagrimas começaram a despencar de Sebasthian, naquele
momento, uma carroça ia passando, nela, uma worgenin a conduzia, a worgenin
olhou para os dois elfos e Ofereceu ajuda, Sebasthian hesitou por um momento
pelo fato da worgenin ser da aliança, mas acabou aceitando pelo bem de Anali.
Sebasthian colocou Anali deitada em uma cama improvisada dentro da carroça, e
se sentou na frente junto à worgenin, Perguntou por que ela oferecia ajuda a
membros da horda, a worgenin deu um sorriso e falou que não havia problemas,
ela não era uma maluca de guerra como o resto de seu povo, era apenas uma
vendedora errante, Sebasthian contou seus fatos, houve uma longa conversa,
enquanto a carroça rumava para as terras pestilentas Ocidentais.
Sebasthian perguntou sobre como a
worgenin ajudaria Anali, A velha worgenin argumentou que estava na estrada há
muito, muito tempo, sabia mais do que qualquer um. E que sabia o que curava a
ferida feita pelas garras pestilentas de um Brumorcego, um preparado de ervas
Ocidentais, por sorte ela sabia onde coletar, mas o local em questão havia sido
infestado por cães pestilentos, falou a Sebasthian que ela era uma Errante, mas
quase nunca batalhava, e pediu que Sebasthian desce um jeito nos cães para que
ela pudesse colher as ervas pro preparado. Sebasthian concordou, a caravana
andou um pouco mais e chegaram próximo ao local, Sebasthian desceu empunhando
escudo e martelo e partiu a desforra Fiona observava o jovem paladino lutar,
era habilidoso, Deu cabo nos cães pestilentos rapidamente. Fiona desceu e
levando consigo um pote e um grimorio coletou as ervas, começou a fazer o
preparado, Anali se debatia, agitando-se cada vez mais. Fiona fez o preparado,
abriu o grimorio e balançando as mãos começou a fazer um feitiço, uma luz
branca mergulhou no preparado, Rapidamente ela fez Anali beber o preparado, Uma
luz branca emanou do corpo de Anali, ela levemente abriu os olhos, Sebasthian
lhe contou sobre o acontecido, ela o agradeceu e também a fiona, os dois depois
de um descanso resolveram seguir caminho, Samira perguntou-lhes para onde iam,
Os jovens elfos falaram que estavam indo para a floresta de Elwynn, A worgenin
olhou para os jovens sangrentos desconfiada de suas intenções, e lhes perguntou
o que fariam lá. A elfa falou que tinha negocio a tratar lá. Ainda que
desconfiada a worgenin falou que iria para aquele lado, mas passaria em alguns
lugares na ida, os dois pediram carona e logo se juntaram a caravana.
Continua..

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